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  • 03:15:16 am

ABORTO, NÃO!

É fácil defender o aborto quando já se nasceu, né?

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Foto, no mínimo, enigmática: mulher colombiana grávida, feminista e militante a favor do aborto, carrega carinhosamente seu filho. Resta uma pergunta: qual a diferença da criança que está no seu colo daquela que se encontra no seu útero? A ÚNICA DIFERENÇA é que uma já nasceu e a outra ainda não!

Uma reflexão sobre o aborto!

Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:
– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.

Indaga o médico:
– Muito bem… e o que a senhora quer que eu faça?

A mulher, já esperançosa, respondeu:
– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.

O médico pensou um pouco e disse para a mulher:
– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:
- Veja bem, minha senhora… para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer… Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.

A mulher apavorou-se:
– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio! Esse bebê é meu filho!!!

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo.

Padre Crhystian Shankar

A única diferença entre as duas crianças, era o fato de que uma já tinha nascido e a outra ainda não. Simples assim!

Defender o aborto depois que já se nasceu é fácil, né? Queria ver se você fosse o bebê e sua “mãe” estivesse pensando em te matar. Certamente a conversa seria outra!

FIQUE NA PAZ!!!
A VIDA DAS CRIANÇAS QUE AINDA NÃO NASCERAM IMPORTAM SIM!!!